terça-feira, 2 de outubro de 2018

Superstições Japonesas


O Japão é um país com muitas superstições. Algumas delas nos parecem estranhas, mas as nossas superstições também devem parecer estranhas para eles...



Número do azar: 
A pronúncia do "4" é shi, em japonês, que é a mesma pronúncia para a palavra morte. "9" é pronunciado como ku, mesma pronúncia da palavra dor. Hospitais e hotéis geralmente não têm o quarto e o nono andar. Portanto, não se deve presentear nada ligado a esse número ou composto por 4 itens. 

Outros números na mira dos japoneses: 

9 - Sua pronúncia “ku” que significar agonia ou tortura.
42 - significa morrer se for pronunciado separadamente (shi-ni).
420 - significa espírito se for pronunciado separadamente (shi-ni- rei). 

Nunca passe comida de seu hashis para os de outra pessoa.
Após a cemação, em um funeral japonês, os parentes costumam utilizar os hashis para passar os ossos do falecido uns para os outros. Em uma casa japonesa isso é muito respeitado. 

Horário para estrear calçados
Calçados novos deve ser usado pela primeira vez, pela manhã. Se não puder evitar estreá-los à noite, faça-o depois de colocá-los sobre o fogo ou passar saliva nas solas ou calçá-los no banheiro. 


Tipos Sanguíneos e a Personalidade 


Um assunto que os japoneses não deixam de lado é o tipo sanguíneo. Assim como muitos brasileiros acreditam em horóscopo, os japoneses acreditam que o tipo sanguíneo influencia na personalidade da pessoa. Atualmente, a maioria dos psicólogos e médicos diz que essa pesquisa estava errada. No entanto, muitas pessoas ainda acreditam nela. 

Tipo sanguíneo A: pessoa diligente, metódica, estável e nervosa.

Tipo sanguíneo B: pessoa que tem originalidade, mas é volúvel. 

Tipo sanguíneo AB: pessoa sociável e sensível. 

Tipo sanguíneo O: pessoa firme e determinada 

Enfiar os talhares japoneses (hashis) em uma tigela de arroz. 

Além de ser delito de etiqueta gastronômica dos mais graves, ainda é uma provocação ao outro mundo. Isso porque, no Japão, os hashis são cravados na tigela de arroz somente em uma situação: para deixar o arroz no altar em oferenda aos mortos. 


O que traz Sorte? 


1 - Comida especial de ano novo
Se comer mochi (bolinhos de massa de arroz) ou osechi ryori (prato especial de ano novo) no ano novo, terá longevidade. 

2 - Atentos a sopa e chá
Se os talos ou as folhas de chá flutuar verticalmente terão sorte. Difícil acontecer..

3 - Pele de cobra dá sorte
Se encontrar uma pele de cobra durante um passeio no campo, guarde na carteira. Traz sorte e fortuna. Só tome cuidado e veja se a cobra não perto. 

4 - Cocô de passarinho.
Acredita-se que se um passarinho fizer cocô em sua cabeça terá sorte...Apesar do inconveniente.


O que traz Azar? 


1 - Matar uma aranha à noite dá azar
Você pode perder todo o dinheiro que possui. Como a população é muito ligada aos bens materiais, respeitam esta crendice. 

2 - Não pise nas bordas do tatame
Traz azar pisar nas bordas. Estique mais o pé e evite este local! 

3 - Não corte as unhas de noite
Se cortarem a unha à noite, não poderá ver os pais quando morrerem. 

4 - Cuidado com o carro fúnebre
Se passar um carro fúnebre por perto, esconda o polegar para não acontecer nada ruim com os pais. 

5 - Não deixe sobrar arroz no prato
Poderá ficar cego! 


Fonte: Cultura Japonesa (tradições, idiomas, curiosidades, culinária nipônica)
(www.portalmie.com/japao/tradicao/superstiçoes.htm)

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Pantáculo do Nome Místico de Jesus

Nome místico de Jesus (o nome de Jesus nos Céus)

Este gráfico representa o nome místico de Jesus (Yoshua), emite poderosas influencias benéficas ao seu redor.
Foi criado por Vasariah e utilizado em aplicações de Radiestesia “Cabalística” e conjuga propriedades de Ondas de Forma com as características intrínsecas do alfabeto hebreu.
O Nome Místico-Cabalístico de Jesus no centro do losango é o símbolo da evolução das forças e de sua dualidade - o que está em baixo é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está em baixo, para realizar os milagres de todas as coisas.



Utilização do Nome Divino

1-Ele pode ser usado para a proteção espiritual e psíquica, afasta energias intrusas e obsessões maléficas; para utiliza-lo, basta apenas colocar o nome da pessoa sobre ele;
preferencialmente deve ser colocado na direção Norte assim, sua emissão será mais estável, embora não seja obrigatório.
2- utilizá-lo em ambientes: pode ser colocado nas paredes para ajudar a manter uma melhor frequência vibratória local, em casa ou no trabalho;
3- na porta de entrada para proteção local ou em forma de adesivos nos vidros com o mesmo fim;
4- utilizado no quarto de dormir auxilia no sono e protege contra visitantes noturnos;
5- expulsa má vibrações e entidades negativas de qualquer esfera;
6- livra pessoas de dependências químicas, problemas de adolescência, desvios de personalidade;
7- quando usado em meditações este gráfico é um forte apelo às forças evolutivas superiores proporcionando seu desenvolvimento espiritual, fixando o olhar durante 2 ou 3 minutos,
depois fecha-se os olhos e faz-se a meditação.

Cuidados
Todo gráfico de Radiestesia exige cuidados em seu uso e a observância de alguns detalhes.
Deve-se prestar atenção ao correto posicionamento, é comum vermos pessoas inverterem a posição do mesmo ou colocando-o de ponta cabeça, desta forma acaba perdendo suas propriedades emissoras.
Quando você vê o gráfico adesivo com a chama para à direita, é para ser colocado no vidro do carro ou janelas, porque você os verá da forma correta, à esquerda.
Se usado na vertical, a figura deverá ficar como na figura aqui mostrada; se na horizontal, com a parte de cima para o Norte (“a parte de cima” é o símbolo Yod).

Fonte: Pesquisa em Magia dos Simbolos de Antonio Di Profio; Utilizando a Radiestesia de Maria De Lourdes Rigo Madeira

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Mantras: O SOM DA DIVINDADE



Os mantras em geral são muito curtos, um breve verso comportando algumas sílabas e com sentido bem claro. Mas eles também podem consistir numa extensa combinação de sílabas aparentemente desprovidas de sentido. Os "sons-semente", formados de uma única sílaba e que terminam quase sempre por uma nasal, como o m ou n, constituem mantras ainda mais complexos e enigmáticos. Dentro desta categoria, o mantra mais conhecido é OM (AUM), palavra  que se diz contém a chave do universo. OM corresponde  às três principais divindades - Brahma-Vishnu- Shiva.




Os mantras são compostos de diferentes formas, eles podem ser o produto de uma inspiração comunicada diretamente pelo Cosmos ou podem resultar também de uma meditação, e  nesse caso, ser uma emanação do espírito inconsciente de um iogue. Alguns são recolhidos diretamente no akasha, o éter cósmico ou memória universal, por adeptos de altíssimo grau, outros mantras são obras de poetas, cantores ou de místicos. Muitos mantras, considerados dentre os mais eficazes, foram compostos através de um dos vários métodos usados para reduzir a uma curta fórmula hermética toda uma obra importante, este procedimento é, às vezes, utilizado em proporções inimagináveis, é desta forma, por exemplo, que um livro sagrado contendo milhares e milhares de versos podem ser resumidos num só capítulo. Este capítulo pode, em seguida, ser reduzido a um só parágrafo, depois a um verso e, finalmente, a uma única sílaba. Esta sílaba última tem um poder tão grande que de forma análoga a um micro ponto da moderna computação, encerra a essência de todo o tratado. O domínio desse mantra conferirá imediatamente ao discípulo uma compreensão intuitiva do conjunto do texto. Além de OM, existem outros mantras do tipo "som-semente", tais com krim, hrim, vam, gam, ram, shrim, etc ..., cujas vibrações são inicialmente concentradas , e depois projetadas seja para o interior de si mesmo, seja para o exterior, na forma de invocações , ordens, bênçãos com o propósito de agir como instrumento de proteção, de poderes curativos e armas de defesa. 
Os mantras "internos" são dirigidos para uma parte do corpo, tal como a cabeça, o espaço entre as sobrancelhas, o plexo solar ou os órgãos  sexuais, onde produzem vibrações de energias precisas. Dessa forma, os mantras orientais dirigidos para o crânio provocam ressonância nos alvéolos do cérebro, criando um tipo de iluminação mística. Afirma-se mesmo, no mantra ioga, que certos mantras efetuam uma viagem circular no corpo humano, e que suas reverberações provocam o desaparecimento de tecidos usados e gastos, substituindo-os por tecidos novos. Os mantras podem ser dirigidos para uma parte específica do corpo que tenha necessidade de ser revigorada ou curada. Acredita-se que existe um mantra para todos os estados e todas as doenças e melhor ainda, para todos os problemas, de qualquer natureza. Todos podem ser resolvidos com a entoação dos sons convenientes e apropriados, porque cada mantra é um som, e as vibrações sonoras constituem a própria base do universo. As doutrinas orientais atribuem enorme importância ao conhecimento e uso dos mantras.


É comum admitir que os efeitos de um mantra sejam reforçados com a repetição do mesmo: a entoação sem fim da fórmula aumenta o efeito de seus benefícios. O mantra age sobre o espírito, permitindo gradualmente ao praticante compreender seu significado profundo. Sua constante repetição, sobretudo quando combinada com os pranayamas, ou técnicas respiratórias, contribui para suscitar um estado de transe e provocar uma iluminação mística. O mantra penetra nos reinos sobrenaturais, e  de certa forma, compele os deuses a responder às preces que lhes são feitas. Se uma pessoa repete (com correção) cem mil vezes certas mantra que objetiva poder, homens e mulheres lhe obedecerão implicitamente; se essa pessoa o repete duzentas mil vezes, ela poderá dominar todos os fenômenos naturais; com um milhão de vezes, conseguirá a faculdade de viajar através de todo o universo. Utilizam-se rosários especiais para controlar o número de repetições. São feitos geralmente de grãos secos, enfiados num cordão. Por meio de um único mantra pronunciado em voz alta, ou murmurado, ou repetido mentalmente, pode obter aquilo que procura, pois todas as coisas são formas de manifestação do som. E o próprio Brahma é o Som do qual se nutre o universo.

Hoje em dia, o uso de expressões védicas em assuntos místicos, esotéricos, ocultismo é tão comum que fazem algumas palavras começarem a ter o seu sentido deturpado, às vezes, vulgarizado.

Palavras que têm sua origem no sânscrito, a Língua Mãe, tais como: guru, karma, dharma, samsara, maya, budha, yoga, nirvana, tantra, mantra; são usadas, muitas vezes, em sentido completamente corrompido, por pessoas inescrupulosas ou mal informado. 
Entre as palavras supracitadas, o mantra, circunstancialmente vem sendo confundido com palavras mágicas, orações, fórmula milagrosa, feitiçaria ou mera superstição; completamente distante de seu sentido real e científico. 
O mantra não é uma oração porque nelas o devoto escolhe as suas próprias palavras. 
O mantra não é mágico por que não deve ser usado para interferir no curso dos fenômenos naturais e nem se trata de fórmula milagrosa por que é uma regra, uma lei e não um fato isolado sem explicação. 
Os mantras são tecnicamente estudados no Tantra Shastra (escritura védica apropriadas para a era atual, Kali-yuga). 

Os mantras são representações sonoras das Divindades, assim como as imagens são Suas representações formais. O nosso mundo é constituído de nomes e formas (namarupa).

No princípio era o Verbo (OM), e o Verbo estava com Deus (Brahman), e o Verbo era Deus... Todas as coisas foram feitas por intermédio Dele, e sem Ele nada do que foi feito se fez. (João 1.1-3)

Nas escrituras védicas aprendemos que o mantra original é o OM, formado pelas três letras A,U,M;.significando : Brahma, Vishnu, Shiva - o princípio da criação, manutenção e dissolução (ou  absorção) do Universo.

Do OM saem todos os demais mantras, conforme ensina a ciência do Mantravidya, que podem ser constituídos por algumas das 50 letras do alfabeto sânscrito chamadas de matrikas (matrizes, ou mãezinhas). Os mantras monossilábicos são chamados de bijas (semente) e são vocábulos inetimológicos. O OM é o bija que dá origem aos demais bijas tântricos.

É ensinado que o Mantra é formado por um conjunto ordenado de letras em certa e determinada seqüência sonora. Para que produza os efeitos específicos é necessária entonação apropriada com relação ao som e ritmo. Se o mantra for traduzido, ele perde a sua potência  como tal (shakti), tornando-se mera palavra ou frase.
Nota: O mantra deve ser pronunciado somente na língua sânscrito. 

O Mantra precisa ser despertado (prabuddha) do mesmo modo que qualquer forma de energia (shakti) para se obter o resultado esperado. O conhecimento do seu significado é uma condição necessária, mas não suficiente para produzir bons frutos. De igual modo uma devoção ignorante não é uma condição ideal. O princípio é a união do som com a idéia através do conhecimento do mantra e seu significado. Em Yoga se ensina que o homem se identifica com o objeto de sua meditação, ou seja, se unifica com o objeto em que concentra a sua mente.
                                                               
O Mantra no qual a Deidade se revelou, pode revelá-la para o devoto iluminado ou para iluminá-lo. O Mantra é a Divindade em forma de vibração sonora. Mediante a recitação (japa) constante do Mantra se atinge o Mantrasiddhi (perfeição) que é quando o devoto alcança a unidade com o seu objeto de culto, a Divindade do seu Mantra. Nesta unidade o sádhaka (devoto) torna-se um mantrasiddha. A japa é feita em estado de recolhimento e meditação, absorção no mantra para, no final, ser absorvido na Divindade. Não tem nada haver com a crítica que Jesus fez as vãs repetições, ele se referia exatamente as vãs repetições e não às práticas mantricas em estado meditativo.

Esta é a prática (sadhana) recomendado pelo Tantra Shastra e confirmado por diversos Avatares para esta nossa era (yuga). Ela não é um processo de repetição mecânica, pois de nada adiantaria. Diz-se que a prática da japa é como o homem que sacode o outro para acordá-lo, despertá-lo. Os Tântricos ensinam-nos que os lábios do devoto ao se movimentarem para pronunciarem o mantra são como Shiva e Shakti em maithuna (relação sexual) que finalmente concebem a Deidade adorável do devoto. Deidade esta que é uma expansão do Absoluto (Brahmam), que, por amor aos Seus devotos, manifesta-se neste mundo de formas e nomes. Nesta ocasião o iniciado diz: Eu e o Pai somos um só. Eu Sou.


Alguns Mantras:

OM MANI PADME HUM (mantra para harmonizar os chakras e iluminação)

OM MANE PADME HUM HRI

OM BABAGI AH HUM (mantra para iluminação, sabedoria, amor e desapego)

OM YAMANTAKA HUM PHAT - (mantra dque elimina os padrões mentais negativos)

OM HRIM GAURYAI NAMAH (mantra para desenvolvimento em todas as áreas)

OM SRI GOVINDAYA NAMAH (mantra para felicidade e riqueza)

OM AH RA PA TSA NA DHI

OM TARE TUTTARE TURE SVAHA

OM VAJRASATTVA HUM

OM AH HUM (mantra para iniciação a ioga)

OM DHUPE AH HUM (mantra para oferecer incensso)

OM KALI AH HUM (mantra saudação á Divindade)


Site: (www.eusouluz.iet.pro.br/mantras.htm)

domingo, 12 de agosto de 2018

Proteção Angelical




Anjos são como estrelas, sempre aparecem para nos iluminar.
Serei como um anjo que você encontrou
Darei carinho, felicidade e muito amor.
Quando não me encontrar, não se preocupe
Olhe a sua estrada e veja se ela iluminou!
Sou eu aproximando para lhe fornecer energia positiva
E a luz do meu amor
Serei o seu anjo e você será minha musa estrelar
Juntaremos as nossas energias positivas
Serei o seu protetor, te darei a luz do meu amor
Você irá me inspirar e eu estarei disposto a te amar
Já me sinto como seu anjo protetor
Te iluminarei com o brilho do meu lindo e eterno amor.



Marivaldo Encarnação Hora

Salvador/BA



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sábado, 4 de agosto de 2018

A origem da estrela-do-mar -Lendas do Japão

"A origem da estrela-do-mar - Lenda da Província de Okinawa"



Uma antiga lenda da província de Okinawa conta que, certa vez, o Deus estrela polar e a Deusa cruzeira do sul resolveram trazer vida para a terra. Então, quando a Deusa cruzeira do sul estava pronta para dar à luz, ela perguntou ao Deus Poderoso do céu onde poderia ter seus bebês.

O Deus poderoso do céu olhou para a terra e avistou uma pequena ilha chamada Taketomi-jima, onde existia, ao sul, um belo mar de coral. Então, ele disse à deusa Cruzeira do Sul: – Vá ao lado sul de Taketomi-jima, pois lá existe uma praia com águas mornas e ondas mansas, isso será muito bom para seus bebês.

Assim, a Deusa cruzeira do sul desceu da alta planície celeste e dirigiu-se à ilha, conforme sugerira o deus poderoso do céu. Lá chegando, deu à luz a várias estrelinhas cintilantes. A Deusa estava muito feliz, pois realmente aquela praia tinha a água morna e uma temperatura perfeita para que suas filhas pudessem passar os primeiros anos de suas vidas.

– Assim que crescerem, elas subirão a alta planície celeste para se encontrar comigo e viveremos cintilantes no céu. Disse a Deusa retornando ao seu lugar.

Entretanto, o deus sete dragões do mar ficou irritado, porque a Deusa cruzeira do sul não lhe pediu permissão e usou a praia para parir seus filhos. Ele então chamou uma das suas serviçais, a dona serpente gigante, e ordenou:

– Não admito que ninguém dê à luz em meu oceano sem minha permissão. Vá e devore todos os bebês que encontrar na região sul da ilha. A dona Serpente Gigante, obediente à ordem de seu amo, engoliu todos os bebês da Deusa cruzeiro do sul com sua enorme bocarra, matando-os todos. Em seguida, cuspiu seus corpos. As estrelinhas mortas flutuaram no mar até alcançarem uma praia chamada Higashi Misaki, no lado leste da ilha Taketomi. As estrelinhas, empurradas pelas ondas, pararam na praia e ficaram com o corpo salpicado de areia. Nessa localidade, havia um santuário onde vivia a semideusa Amável. Quando encontrou as estrelinhas sem vida, Amável sentiu muita pena delas e levou-as para o santuário.

- Oh! Pobres estrelinhas vão colocá-las no incensório. Assim, quando os aldeões vierem me trazer oferendas durante o festival e queimarem os incensos, suas almas poderão subir ao céu junto à fumaça. Lá, na Alta Planície Celeste, poderão reencontrar sua mãe. Conforme a semideusa amável planejou, quando chegou o dia do festival, os aldeões queimaram muitos incensos e as almas dos bebês-estrelas subiram ao céu levadas pelas fumaças.

Esta é a origem lendária da estrela-do-mar. Em Taketomi-jima, apesar de séculos terem se passado, ainda hoje é possível encontrar estrelas-do-mar com corpos salpicados de areia nas belas praias que ficam ao sul da ilha de Okinawa. Elas são conhecidas como Hoshi-suna (estrelas de areias), nome que nasceu em referência a esta lenda.



Fonte: http://nipocultura.blogspot.com/ 

domingo, 22 de julho de 2018

LIVRO : A PSICOLOGIA DAS CORES - EVA HELLER

 


Este livro aborda a relação das cores com os nossos sentimentos e mostra como as duas coisas não se combinam por acaso, já que as relações entre ambas não são apenas questões de gosto, mas sim experiências universais profundamente enraizadas na nossa linguagem e no nosso pensamento.

Organizada em treze capítulos, correspondentes a treze cores diferentes, a obra oferece um rico painel de informações sobre as cores: de ditados e saberes populares até sua utilização na área de design de produto, os diversos testes baseados em cores, as terapias cromáticas, a manipulação de pessoas, os nomes e sobrenomes relacionados com as cores etc. 
A diversidade desta abordagem faz do trabalho de Eva Heller uma ferramenta indispensável para todos os que trabalham com cores: artistas, terapeutas, designers gráficos e industriais, decoradores, arquitetos, designers de moda, publicitários, entre outros.

Faça o download do livro AQUI

sábado, 14 de julho de 2018

APRENDA A PEDIR AO UNIVERSO



Quando você sente amor, Ele lhe dá mais amor. 
Quando você sente raiva, Ele lhe dá mais raiva. 
Quando você sente felicidade, Ele lhe dá mais felicidade. 
Quando você sente tristeza, Ele lhe dá mais tristeza. 
Quando você se sente pobre, Ele lhe dá mais pobreza. 
Quando você se sente doente, Ele lhe dá mais doenças. 
Quando você se sente próspero, Ele lhe dá mais prosperidade. 
Quando você sente saudável, Ele lhe dá mais saúde. 

E por aí vai... Você precisa entender que a linguagem do Universo é o sentimento, 
Ele não entende o que você fala, mas o que você sente.  
E o que você sente, o Universo entende que é aquilo que você quer.  
E lhe dá, pois ele não julga se o que você quer é bom ou ruim. Percebe que maravilha que isso é?  

Mas, não adianta pedir com palavras.  
Tem que pedir com sentimento, você tem que SENTIR que já possui aquilo que você quer. 
É assim que se pede!

Sinta gratidão por tudo que tem e deseja ter!

quinta-feira, 5 de julho de 2018

O PODER DOS CRISTAIS

O PODER DOS CRISTAIS 


Os cristais, desde as culturas antigas do mundo, eram usados para curar e equilibrar o ser humano. Na cultura antiga da Índia, Grécia e Egito, os cristais eram usados para energizar remédios e auxiliar na medicina, trazendo a cura para muitas pessoas. Os cristais são poderosas ferramentas que trazem o equilíbrio natural para as partes: físicas, psicológicas e espirituais. Eles representam o poder da natureza superior. Os cristais podem ser usados em conjunto com outras terapias, tendo uma afinidade especial com a terapia de cores.

A energia que sai dos cristais é uma composição dos elementos da natureza e dos raios vibracionais. Transmitem uma espécie de raio que é absorvido pelo corpo físico. Esses raios absorvidos pelo corpo desbloqueiam e alinham os xacras, que são os sete centros de energia que todos nós possuímos. Os cristais podem ser usados nas práticas de meditações e visualizações. Podemos invocar a presença de um cristal através de nossos pensamentos, apenas imaginando sua cor. Eles trazem energia vibracional de alta freqüência, amplificado e focalizado nas energias naturais do corpo e da mente. 

Cristal tem uma função específica, de acordo com seu tamanho e coloração. Os cristais grandes, como por exemplo, a Drusa por ser um quartzo de várias pontas, é excelente para as limpezas dos ambientes. Os cristais mais comuns são os cristais de quartzo (transparente), por sua maneira fácil de usar e alinhar os xacras. Os cristais coloridos são usados em cima de cada um dos xacras, a fim de atingir problemas específicos, como por exemplo, uma dor de cabeça. Não é aconselhável para os iniciantes em cristais, começar com os cristais coloridos. O seu uso incorreto poderá não trazer os resultados esperados.

É aconselhável para as pessoas que desejam obter um cristal, escolher um simples, como o quartzo (transparente). Segure o cristal em suas mãos e procure sentir a vibração que eles emitem. Se sentir uma mudança de temperatura nas mãos ou uma espécie de formigamento, este será o cristal ideal para você. Após a compra do cristal escolhido, ele deverá passar por um processo especial de limpeza e energização. É importante saber que quando um cristal entra em contato com o corpo físico, ele absorve muitas energias negativas, precisando ser limpos e energizados antes de usar. A limpeza em um cristal, faz com que todas as energias por ela absorvida sejam descarregadas. A energização devolve as energias ao cristal, desta maneira, estando pronta para usá-la novamente.

Usos diversos para Cristais

Banhos: Para obter um efeito de energização, escolha alguns cristais de sua preferência e coloque-os em uma banheira. Após o banho, limpe-os e energize-o novamente.

Energização de ambientes: Escolha alguns cristais e coloque-os dentro de um vidro, um deles precisa ser quartzo. À medida que a água dentro do vidro for mudando de cor e ficando escuro, troque a água e lave os cristais.

Uso pessoal: Escolha um cristal e coloque dentro de um veludo e carregue-o dentro da bolsa, no bolso ou qualquer outro lugar de sua escolha. Ou coloque um cristal de sua escolha dentro do travesseiro enquanto dorme.

Plantas: Escolha um cristal de sua preferência e coloque perto da raiz da planta a ser energizada.

Para ser absorvida a energia de um cristal, vire a ponta do cristal de modo que fique direcionado à você. Se for passar energia para outra pessoa, direcione a ponta do cristal para a pessoa que irá receber a energia.




Fonte: Espaço Místico
www.místico.com/p/cirstais/

sexta-feira, 15 de junho de 2018

A Lenda da Flor de Lótus




Certo dia, à margem de um tranqüilo lago solitário, a cuja margem se erguiam frondosas árvores com perfumosas flores de mil cores, e coalhadas de ninhos onde aves canoras chilreavam, encontraram-se quatro elementos irmãos: o fogo, o ar, a água e a terra. 
- Quanto tempo sem nos vermos em nossa nudez primitiva - disse o fogo cheio de entusiasmo, como é de sua natureza. 
É verdade - disse o ar. - É um destino bem curioso o nosso. 
À custa de tanto nos prestarmos para construir formas e mais formas, tornamo-nos escravos de nossa obra e perdemos nossa liberdade. 
- Não te queixes - disse a água -, pois estamos obedecendo à Lei, e é um Divino Prazer servir à Criação. Por outro lado, não perdemos nossa liberdade; tu corres de um lado para outro, à tua vontade; o irmão fogo, entra e sai por toda parte servindo a vida e a morte. Eu faço o mesmo. 
- Em todo o caso, sou eu quem deveria me queixar - disse a terra - pois estou sempre imóvel, e mesmo sem minha vontade, dou voltas e mais voltas, sem descansar no mesmo espaço. 
- Não entristeçais minha felicidade ao ver-nos - tornou a dizer o fogo - com discussões supérfluas. 
É melhor festejarmos estes momentos em que nos encontrarmos fora da forma. Regozijemo-nos à sombra destas árvores e à margem deste lago formado pela nossa união. Todos o aplaudiram e se entregaram ao mais feliz companheirismo. 

Cada um contou o que havia feito durante sua longa ausência, as maravilhas que tinham construído e destruído. 
Cada um se orgulhou de se haver prestado para que a Vida se manifestasse através de formas sempre mais belas e mais perfeitas. E mais se regozijaram, pensando na multidão de vezes que se uniram fragmentariamente para o seu trabalho. Em meio de tão grande alegria, existia uma nuvem: o homem. 
Ah! como ele era ingrato. Haviam-no construído com seus mais perfeitos e puros materiais, e o homem abusava deles, perdendo-os. Tiveram desejo de retirar sua cooperação e privá-lo de realizar suas experiências no plano físico. Porém a nuvem dissipou-se e a alegria voltou a reinar entre os quatro irmãos. 
Aproximando-se o momento de se separarem, pensaram em deixar uma recordação que perpetuasse através das idades a felicidade de seu encontro. 
Resolveram criar alguma coisa especial que, composta de fragmentos de cada um deles harmonicamente combinados, fosse também a expressão de suas diferenças e independência, e servisse de símbolo e exemplo para o homem. 
Houve muitos projetos que foram abandonados por serem incompletos e insuficientes. 
Por fim, refletindo-se no lago, os quatro disseram: 
- E se construíssemos uma planta cujas raízes estivessem no fundo do lago, a haste na água e as folhas e flores fora dela? 
- A idéia pareceu digna de experiência. Eu porei as melhores forças de minhas entranhas - disse a terra 
- e alimentarei suas raízes. 
- Eu porei as melhores linfas de meus seios - disse a água 
- e farei crescer sua haste. 
- Eu porei minhas melhores brisas - disse o ar 
- e tonificarei a planta. 
- Eu porei todo o rneu calor - disse o fogo 
- para dar às suas corolas as mais formosas cores. 
Dito e feito. Os quatro irmãos começaram a sua obra. Fibra sobre fibra foram construídas as raízes, a haste, as folhas e as flores. 
O sol abençoou-a e a planta deu entrada na flora regional, saudada como rainha. 
Quando os quatro elementos se separaram, a Flor de Lótus brilhava no lago em sua beleza imaculada, e servia para o homem como símbolo da pureza e perfeição humana.

 Consultaram-se os astros, e foi fixada a data de 8 de maio - quando a Terra está sob a influência da Constelação de Taurus, símbolo do Poder Criador - para a comemoração que desde épocas remotas se tem perpetuado através das idades. 
Foi espalhada esta comemoração por todos os países do Ocidente, e, em 1948, o dia 8 de Maio se tomou também o "Dia da Paz". 



A flor-de-lótus (Nelumbo nucifera), também conhecida como lótus-egípcio, lótus-sagrado e lótus-da-índia, é uma planta da família das ninfáceas (mesma família da vitória-régia) nativa do sudeste da Ásia (Japão, Filipinas e Índia, principalmente).

Olhada com respeito e veneração pelos povos orientais, ela é freqüentemente associada a Buda, por representar a pureza emergindo imaculada de águas lodosas. 
No Japão, por exemplo, esta flor é tão admirada que, quando chega a primavera, o povo costuma ir aos lagos para ver o botão se transformando em flor. 

Lótus é o símbolo da expansão espiritual, do sagrado, do puro. A lenda budista nos relata que quando Siddhartha, que mais tarde se tornaria o Buda, tocou o solo e fez seus primeiros sete passos, sete flores de lótus cresceram. 
Assim, cada passo do Bodhisattva é um ato de expansão espiritual. 
Os Budas em meditação são representados sentados sobre flores de lótus, e a expansão da visão espiritual na meditação (dhyana) está simbolizada pelas flores de lótus completamente abertas, cujos centros e pétalas suportam imagens, atributos ou mantras de vários Budas e Boddhisattvas, de acordo com sua posição relativa e relação mútua. 

Do mesmo modo, os centros da consciência no corpo humano (chacras) estão representados como flores de lótus, cujas cores correspondem ao seu caráter individual, enquanto o número de suas pétalas corresponde às suas funções. 

O significado original deste simbolismo pode ser visto pela semelhança seguinte: 

Tal como a flor do lótus cresce da escuridão do lodo para a superfície da água, abrindo sua flores somente após ter-se erguido além da superfície, ficando imaculada de ambos, terra e água, que a nutriram - do mesmo modo a mente, nascida no corpo humano, expande suas verdadeiras qualidades (pétalas) após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão e da ignorância, e transforma o poder tenebroso da profundidade no puro néctar radiante da consciência Iluminada (bidhicitta), a incomparável jóia (mani) na flor de lótus (padma). Assim, o arahant (santo) cresce além deste mundo e o ultrapassa. 
Apesar de suas raízes estarem na profundidade sombria deste mundo, sua cabeça está erguida na totalidade da luz. Ele é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado, da escuridão e da luz, do material e do imaterial, das limitações da individualidade e da universalidade ilimitada, do formado e do sem forma, do Samsara e do Nirvana. 

Se o impulso para a luz não estivesse adormecido na semente profundamente escondida na escuridão da terra, o lótus não poderia se voltar em direção à luz. Se o impulso para uma maior consciência e conhecimento não estivesse adormecido mesmo no estado da mais profunda ignorância, nem mesmo num estado de completa inconsciência um Iluminado nunca poderia se erguer da escuridão do Samsara.

A semente da Iluminação está sempre presente no mundo, e do mesmo modo como os Budas surgiram nos ciclos passados do mundo, também os Iluminados surgem no presente ciclo e poderão surgir em futuros ciclos, enquanto houver condições adequadas para vida orgânica e consciente.


Fonte: Portal da Índia 

sábado, 9 de junho de 2018

PEDRA DA LUA

 

Pedra da Lua

Pedra da Lua é uma pedra muito antiga. 
É um tipo de feldspato. 
Pedra opaca com uma gama de cores: pêssego, azul, cinza, preto, arco íris, branca. 
Possui uma forte energia feminina e calmante. 
Inspiradora e intuitiva. 
Promove insights e criatividade. 
Atua como a luz da lua, nos dá luz o suficiente para percebermos os contornos sutis. 
Ajuda a serenar a mente para melhora nossa percepção. 
Promove um link com o inconsciente para ter consciência dos sentimentos guardados e melhor compreende-los. Esta pedra possui muita água, por tanto irá trabalhar com as emoções. 
Ajuda a promover um equilíbrio emocional. 
Facilita novos começos. 
Quando utilizada pelos homens facilita a conexão com seu lado feminino e a compreensão de seus sentimentos. 
Maravilhosa pedra para ser usada durante o período pré-menstrual ameniza o efeito da TPM, regula os hormônios, fertilidade e torna a gravidez mais agradável. 
Seu efeito se intensifica na lua cheia. 

quarta-feira, 6 de junho de 2018

MOMENTO DE DORMIR

Prece no momento de Dormir



O Sono é um repouso do corpo, mas o Espírito não necessita desse repouso. Enquanto os sentidos se entorpecem, a alma se liberta parcialmente da matéria, gozando das suas faculdades espirituais. O sono foi dado ao homem para a reparação de suas forças orgânicas e das suas forças morais. Enquanto o corpo recupera as energias gastas no estado de vigília. O Espírito vai se retemperar entre os outros Espíritos. É então que ele tira de tudo o que vê, de tudo que percebe, e dos conselhos que ele são dado, as idéias que lhe ocorrem depois, em forma de intuições.

É o retorno temporário do exilado á sua verdadeira pátria, a liberdade momentaneamente concedida ao prisioneiro. Mas acontece, como no caso dos prisioneiros perversos, que o Espírito nem sempre aproveita esse momento de liberdade para o seu adiantamento. Se conservar maus instintos, em vez de procurar a companhia dos Bons espíritos, busca a dos seus semelhantes, e dirige-se aos lugares em que pode liberar as suas más inclinações. Aquele que se acha compenetrado desta verdade eleve o seu pensamento, no momento em que sente aproximar-se o sono; solicite o conselho dos Bons Espíritos e daqueles cuja memória lhe seja cara, a fim de que venham assisti-lo, no breve intervalo que lhe é concedido. Se assim fizer, ao acordar se sentira fortalecido contra o mal, com mais coragem para enfrentar as adversidades.




Fonte: O Livro: “O Evangelho Segundo o Espiritismo

segunda-feira, 7 de maio de 2018

MANEKI NEKO - GATO DA SORTE JAPONÊS

Gato da Sorte Japonês

Maneki Neko, que significa “gato acenando”, é o gato da sorte ou gato da fortuna japonês.

Os vários tipos de maneki neko

O maneki neko pode ser encontrado na maioria das lojas e lares japoneses. Em geral ele está com uma pata no ar, com a palma para baixo, como se cavasse. Para visitantes de países ocidentais, pode parecer que ele está acenando, mas no Japão este gesto significa chamar, convidar alguém. É assim que um professor chama um aluno ou uma mãe chama um filho, por exemplo.
Por causa desta diferença entre culturas, alguns dos gatos da sorte feitos especialmente para ocidentais estão com a palma da pata levantada, num gesto de aceno mais fácil de ser entendido.
A crença mais comum é de que a pata esquerda levantada convida clientes a visitarem a loja ou amigos a visitarem a casa, enquanto a pata direita levantada convida a sorte e o dinheiro. Alguns argumentam que na verdade é o contrário, ou que a pata esquerda traz dinheiro enquanto a pata direita o protege. De qualquer forma, concorda-se que quanto mais alto pata está, mais sorte traz.


Mas de onde teria surgido essa ideia? 

Há várias lendas contando a origem do Maneki Neko, sendo que uma das mais populares é a do Templo Goutokuji. A história, datada do século XVII, conta que havia um templo em Setagaya em situação muito precária financeiramente e os monges já estavam passando fome. Um dos monges tinha uma gata chamada Tama e apesar da dificuldade pela qual passava sempre achava um meio de alimentar o bichano. Foi então que um samurai chamado Naotaka Li passou próximo ao templo enquanto voltava de sua caça quando foi surpreendido por uma forte tempestade. Para tentar se proteger da chuva se abrigou debaixo de uma árvore e ao olhar na direção da entrada do templo vislumbrou Tama com a pata dianteira levantada como se acenasse pra ele. Curioso e muito surpreso com a habilidade do gato se aproximou de Goutokuji e quando se afastou da árvore esta foi atingida por um raio fulminante. 

Aliviado e certo de que sua vida havia sido salva por Tama, Naotaka entrou no templo para rezar em agradecimento e logo ao entrar notou a pobreza e a condição lamentável em que se encontrava o mesmo e resolveu doar todo o dinheiro que levava consigo para recuperar o local. Assim o templo passou a ser frequentado por todo o povo de Goutokuji trazendo prosperidade. Também foi esculpida uma estátua da gata reproduzindo seu gesto de modo a homenageá-la. Mas é de se pensar: estaria mesmo o gato acenando para o samurai? 

Pesquisando mais a fundo descobrimos que a história tem fundamento. Sabemos o quanto estes pequenos felinos são sensitivos e têm uma percepção aguçada. São capazes de sentir antes dos humanos a aproximação de pessoas e até mesmo da chuva. Essa sensação de mudança na sua “rotina” os deixa inquietos e é então que começam a dar voltas e a esfregar o próprio rosto porque assim eles ficam mais tranquilos. O gesto se assemelha a um aceno o que pode vir a explicar a origem da lenda e da crença.

O Maneki Neko costuma usar uma coleira vermelha com um sino e pode ser de diversas cores, cada uma com um significado: branco (pureza), preto (saúde e espantar maus espíritos), vermelho (proteção, espantar maus espíritos e saúde), dourado (riqueza), rosa (amor), roxo (força artística) e verde (força nos estudos).

Significado das Patas do Maneki Neko

A Forma como a Pata está levantada também tem significados específicos. Quanto mais a pata estiver levantada, melhor será.

• Pata direita levantada: Traz sorte e fortuna
• Pata esquerda levantada: Traz mais clientes ou visitantes
• Com as duas patas levantadas: Traz sorte em dobro
• Com sino de ouro: Traz sorte, proteção e prosperidade
• Com lenço vermelho: Chama a atenção e traz boas energias
• Com moeda de ouro: Ajuda a manter a riqueza material

Algumas pessoas sugerem que o Maneki Neko com a pata direita levantada é mais utilizada para residências, lojas e empresas, enquanto que o Maneki Neko com a pata esquerda levantada, é mais utilizado por estabelecimentos noturnos como bares, casas de gueixas, casas de shows e restaurantes.



Fonte: www.japaoemfoco.com

sábado, 5 de maio de 2018

NO MUNDO MAIOR- FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER

 


Testemunha de diversos atendimentos realizados no plano superior, o Espírito André Luiz aborda os motivos de desequilíbrio mental e as consequências a que podem ser submetidos os irmãos imersos na loucura.

Suicídio, aborto, epilepsia, mongolismo, alienação mental, desequilíbrios do sexo, esquizofrenia e psicose são alguns dos temas analisados sob a luz da psiquiatria e da Doutrina Espírita, destacando a importância do socorro prestado pelos trabalhadores espirituais aos amigos enfermos e necessitados. Apresentando tratamentos da alma e informações sobre a comunicação entre encarnados e desencarnados (especialmente durante o repouso do corpo físico), o autor espiritual busca estudar a complexidade da mente humana e suas inclinações, sejam elas felizes sejam infelizes.